PC lento? Veja como deixá-lo mais rápido desligando as animações do Windows 10

O Windows 10 pode ser um pouco exigente com computadores antigos, especialmente aqueles que receberam a atualização a partir do Windows 7, por exemplo. E, nesses casos, a usabilidade do computador pode ficar seriamente prejudicada por conta do peso do sistema operacional.
Felizmente, porém, há uma maneira de amenizar essa situação. Algumas configurações um pouco escondidas nas opções do sistema permitem que você controle uma série de recursos "cosméticos" como as animações do sistema. Esses recursos consomem um pouco de poder computacional, e por isso, acabam deixando o PC mais lento.
Dessa forma, se você quer deixar seu computador um pouquinho mais rápido, desativar as animações pode ser uma maneira simples e grátis de se fazer isso.
1. Na barra de pesquisa da Cortana, digite "sysdm.cpl" (sem as aspas) e aperte Enter;
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2. Você abrirá a janela de Propriedades do Sistema. Nela, selecione a aba "Avançado";
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3. Nessa aba, sob o item "Desempenho", clique no botão "Configurações";
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4. Isso abrirá a janela "Opções de Desempenho". Na metade inferior dela, há uma lista com diversas opções que podem ser ativadas ou desativadas para otimizar o funcionamento do computador. Para desativar as animações, desselecione as opções "Animações na barra de tarefas", "Animar controles e elementos no Windows" e "Animar janelas ao minimizar e maximizar";
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5. Se você quiser desfazer as alterações, basta clicar mais em cima na opção "Deixar o Windows escolher a melhor opção para o computador";
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6. Quando tiver terminado de realizar as alterações, vá até a parte inferior da janela e clique no botão "Aplicar". Pronto, seu computador ficará mais rápido - ainda que menos animado.
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Como fazer backup automático das suas fotos no Android e iPhone

Fazer backup regurlamente das fotos e vídeos do seu celular pode evitar muitos problemas, especialmente em caso de perda ou roubo do aparelho. Felizmente, diversos aplicativos de armazenamento na nuvem oferecem isso de graça e automaticamente para o Android e iPhone (iOS). Isso sem contar na possibilidade de liberar espaço no armazenamento tranquilamente.
Se você está procurando uma boa opção para manter suas imagens à salvo, o Olhar Digital preparou uma lista com as melhores opções disponíveis para ambos os sistemas. Confira:
Google Fotos
O serviço de armazenamento de fotos do Google já se tornou muito popular, tanto que em alguns celulares com sistema operacional Android, o aplicativo já substitui o álbum de fotos tradicional. Mas ele também pode ser baixado no iPhone.
Para usar, basta baixar o aplicativo e se cadastrar usando uma conta do Gmail. A plataforma oferece a opção de backup automático, fazendo todo o trabalho para que você não precise se preocupar com suas imagens. Para ativar, basta acessar as configurações, tocar em "Backup e sincronização" e ativar a chavinha de "Backup e sincronização".
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O Google Fotos é gratuito e com espaço ilimitado de fotos com resoluções de até 16 megapixels e vídeos de 1080p. Caso a resolução da imagem seja maior ou o vídeo seja em 4K, ele ocupa o espaço do Google Drive, que é de 15 GB.
Para quem está com pouco espaço no celular, o Google Fotos oferece ainda a opção de limpar a memória do aprelho. Com ela, o aplicativo faz o backup automatico das fotos no armazenamento inerno para a nuvem e as apaga em seguida, mantendo os arquivos acessíveis em qualquer lugar. Para fazer isso, toque nos três risquinhos no topo da tela e toque em “Liberar espaço”.
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OneDrive
Outro serviço que também salva as fotos do seu smartphone automaticamente na nuvem é o OneDrive. Para ativar a função, o usuário precisa abrir as configurações., clicar em "Carregamento" e ativar a opção "Carregamento". Se quiser, o usuário pode configurar ainda se deseja fazer o backup somente no Wi-Fi e se deseja incluir também os vídeos.
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Ao contrário do Google Fotos, porém, o OneDrive é limitado ao armazenamento disponível na conta do usuário. O plano gratuito possui 5 GB de espaço para armazenar arquivos e fotos.
iCloud
Além desses aplicativos de armazenamento, os usuários do iPhone ainda podem usar a nuvem da Apple, o iCloud. O serviço oferece um espaço gratuito de 5 GB e para salvar automaticamente as imagens, entre em “Ajustes”, procure por “Fotos” e ative a opção “Fototeca do iCloud”.
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Você também pode otimizar as fotos, no qual as fotos e vídeos de alta resolução são automaticamente substituídas por versões menores e os originais são armazenadas no iCloud.



Fonte: https://olhardigital.com.br/dicas_e_tutoriais/noticia/armazenamento-cheio-veja-como-fazer-backup-das-suas-fotos-no-android-ou-iphone/72566

Os perigos que um drone causa nas proximidades de aeroportos


No último dia 12 de novembro, um drone sobrevoava as proximidades do aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. A simples presença do aparelho foi o suficiente para causar transtornos: o aeroporto foi fechado por duas horas, resultando em uma série de cancelamentos, desvios e adiamentos de voos.
Mas será que isso é justificável? Um aparelho tão pequeno como um drone doméstico representa algum tipo de ameaça para aeroportos e aeronaves? O que diz a legislação brasileira em relação a isso?
Drones já participaram de alguns acidentes pelo mundo. Embora não tenham sido até agora a causa de uma queda de avião, por exemplo, eles podem representar riscos sim para outros objetos voadores. E o piloto da nave que parou um dos aeroportos mais movimentados do país pode até ir para a cadeia por causa da brincadeira.
Pequenos acidentes aéreos
Não são só órgãos aéreos brasileiros que se preocupam com a presença de drones nas proximidades de aeroportos. EUA, Canadá, Argentina e alguns países da Europa, por exemplo, já experienciaram episódios em que drones efetivamente atingiram outras aeronaves.
Ainda não houve nenhum caso de drone derrubando outra aeronave, mas as naves representam uma série de riscos para outros objetos voadores. Um choque de um drone com um avião pode prejudicar a comunicação da aeronave com a torre de controle, ou, em casos extremos, até o funcionamento do avião em si. Por isso, é fundamental que medidas de segurança sejam estabelecidas para que nenhum acidente grave seja causado pela batida dessas naves.
A agência de aviação civil dos Estados Unidos afirma que recebe mais de 100 relatórios por mês sobre a presença de drones nas rotas de aviões. Segundo o órgão, os casos cresceram consideravelmente nos últimos dois anos, seguindo a popularização das pequenas naves. A agência até criou uma restrição e drones precisam ficar a mais de 8 km de distância de aeroportos.
Em setembro, um drone sobrevoando ilegalmente um bairro residencial acabou atingindo um helicóptero militar nos EUA. Ele não estava nas proximidades do aeroporto, mas de qualquer forma acabou atingindo outra aeronave.
Em outros aeroportos do mundo, no entanto, drones já causaram alguns transtornos. No dia 11 de novembro - um dia antes do episódio em Congonhas - um avião Boeing 737 se aproximava do solo do aeroporto Jorge Bewbery, em Buenos Aires, Argentina, quando atingiu um drone em cheio. A pequena nave bateu na parte frontal do grande avião e ficou sem condições de levantar voo novamente. O Boeing 737, por sua vez, ficou intacto. Mas se o choque fosse em uma das turbinas, ou no motor, a história seria outra.
Em Lisboa, Portugal, dois voos tiveram que abortar o pouso no aeroporto da cidade por causa da presença de um drone em agosto. Não foi a primeira vez que uma dessas naves causou problemas em aeroportos portugueses. Só em junho, oito casos parecidos foram registrados no país.
No Canadá, um episódio um pouco mais grave ocorreu em outubro: um drone que voava em uma área não permitida acabou se chocando com um avião no ar. Ninguém se feriu, mas o avião sofreu um pequeno dano, ainda que tenha conseguido pousar com segurança. O drone estava a mais de 450 metros acima do espaço aéreo do aeroporto no momento da colisão.
Já o Reino Unido teve um caso parecido com o de Congonhas: em junho, um drone causou o fechamento temporário do aeroporto de Gatwick, em Londres, causando o desvio de cinco voos.
O que diz a Anac
Em maio, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou a regulamentação do uso de drones no país. O órgão definiu uma série de regras para que naves não tripuladas voem pelo país com segurança.
Há, inclusive, um limite de distância entre um drone e um aeroporto: voos de até 30 metros de altura não podem ficar a menos de 5,4 km de distância de aeroportos ou rota de aeronaves. Quem quiser voar mais alto e ir até 120 metros acima do solo não pode se aproximar mais do que 9 km de um aeroporto. O drone de Congonhas, portanto, estava desrespeitando a regulamentação brasileira.
À Folha, o juiz Marcelo Honorato disse que o piloto do drone de Congonhas pode até ir para a prisão. Ele pode ser enquadrado no artigo 261 do Código Penal que considera crime a prática de atos que impeçam ou dificultem a navegação aérea, o que pode dar até cinco anos de prisão.
Como impedir
Existem atualmente algumas tecnologias "anti-drone" que podem ajudar a limitar o alcance deles ou então retorná-los ao ponto de partida. Durante os Jogos Olímpicos do Rio em 2016, uma tecnologia desenvolvida no Brasil foi usada para proteger as proximidades dos eventos dos drones. O sistema foi criado pela IACIT e adotado pelas Forças Armadas.
O bloqueador de drones brasileiro funciona com um equipamento que emite um sinal que interfere nos comandos de rádio e satélite do drone, ativando o modo de segurança da nave e fazendo ela retornar ao ponto de onde saiu.
O problema é que a tecnologia ainda não foi amplamente adotada - ainda não foi instalada nas proximidades de aeroportos, por exemplo.
Além do uso durante os Jogos Olímpicos, um encontro de grandes líderes mundiais também usou uma tecnologia anti-drones para garantir a segurança dos presentes.
Durante o Fórum Mundial de Davos, na Suíça, no começo do ano, a polícia suíça foi treinada para, durante os dias do encontro, usar uma espécie de canhão desenvolvido pela H.P. Marketing & Consulting que criava uma espécie de cerca virtual para impedir a aproximação dos drones.

O dispositivo usa uma tecnologia que consegue tanto para identificar drones e seus controladores, como também para impedir que eles se aproximassem do local de encontro - a ação começava quando o drone chegava a menos de 300 metros do evento. Ao disparar sinais em direção o drone, o canhão conseguia desabilitar o controle remoto do dispositivo, que passava a flutuar no ar. Os policiais então só precisavam lançar uma rede para capturar a pequena nave.



Primeiro modem comercial 5G da Intel já está sendo desenvolvido


A largada para a corrida do 5G já foi dada, e a Intel não quer ficar para trás na disputa. A empresa anunciou o desenvolvimento do seu primeiro modem 5G comercial, que deve ser lançado no mercado nos próximos anos.
O XMM 8060 é o primeiro modem 5G da Intel. Ele tem capacidade de funcionar em redes 5G, 4G, 3G e 2G. A expectativa da Intel é que os primeiros dispositivos com o chip cheguem às lojas em meados de 2019. Isso inclui smartphones, computadores, veículos e mais.

A expectativa é que as conexões 5G atinjam velocidades superiores a 5 Gbps. Além da Intel, outra empresa que trabalha na área é a Qualcomm, que já realizou uma conexão 5G que bateu a marca de 1 Gbps - ainda longe do potencial real da tecnologia.
O 5G só deve começar a operar comercialmente em 2020, e ainda assim deve demorar bastante até que as redes com a quinta geração de internet móvel estejam disponíveis para muita gente. Até lá, a Intel trabalha para ser um nome forte na área.

Privacidade: como impedir que o Facebook acesse o microfone do seu celular

A privacidade — ou a falta dela — é uma das questões mais discutidas atualmente, e o Facebook costuma aparecer na conversa. Você se lembra da famosa foto em que Mark Zuckerberg aparece com a câmera de seu notebook coberta por fita? Pois é, a preocupação não é mais apenas com uma possível espionagem pela webcam do computador; agora o foco é também o microfone do celular. 
 
Há não muito tempo, diversos usuários começaram a relatar que o Facebook estava utilizando o microfone dos celulares para “escutar” as conversas que estavam acontecendo, mostrando anúncios em cima disso. No Reddit, por exemplo, um usuário diz que fez o seguinte teste para comprovar que estava sendo “espionado”: ele deixou o celular perto da TV, quando estava passando um programa em espanhol. O usuário fala outro idioma e, mesmo assim, anúncios em espanhol começaram a ser mostrados no Facebook.

Polêmica antiga 

Em 2016, o Facebook precisou se pronunciar a respeito do assunto, mostrando que não utilizava o microfone dos usuários para esses fins. Dessa vez, Goldman, o vice-presidente dos anúncios da rede social, declarou em seu Twitter que trabalha com os anúncios, mas não utiliza o microfone do celular dos usuários para isso.
 
Mesmo assim, há quem ainda tenha suas dúvidas sobre se o Facebook realmente está escutando suas conversas perto do celular. Se você é um usuário preocupado com a privacidade e quer garantir que o app do Facebook não te “espione”, descubra como desligar o microfone do seu smartphone:

No Android 

  • Abra o menu de configurações e toque no item “Aplicativos”.
  • Então, toque em “Gerenciador de aplicações”. Você verá seus apps listados.
  • Nessa lista, toque em “Facebook”.
  • Você verá o item “Permissões”. Toque nele. Em seguida, vão aparecer todas as permissões solicitadas pelo Facebook. Basta desativar a do microfone. 
Vale lembrar que, dependendo do fabricante do seu celular, pode ser que alguns nomes mostrados sejam diferentes. Porém, o processo é basicamente o mesmo. 

No iOS 

  • Toque em “Ajustes” e, em seguida, em “Privacidade”.
  • Agora, toque em “Microfone”. 
  • Você verá listados todos os apps que usam o microfone do seu celular.
  • Basta deslizar a chave para desativar o acesso dos apps ao microfone.